Algo vai mal no Pais, quando o melhor conselho que alguns
governantes, empresários e muitos país dão aos jovens – “o melhor que fazem é
emigrar!” – isto deixa-nos com um sentimento que deambula entre a frustração,
raiva e muita tristeza. Porque será que nós, jovens de hoje, somos visto com
tal desprezo? que mal fizemos nós? será por sermos a geração com mais formação,
possivelmente a mais opinada, será que têm medo que lhes ocupemos os lugares há
muito tempo quentes com os mesmos rabos gordos, corruptos, infectados com tanta
ganância e imprudência, que emanam um odor putrefacto que já marina naquela
cadeira à tantos anos, que nos mimaram demais com demasiado facilitismo,
causando esta apatia na qual vamos chafurdando.
Nos tempos que correm é simplesmente ridículo não aproveitarem a enormidade de
mãos trabalhadoras e jovens que se encontram sem emprego, ou seja, basicamente
estão a mandar embora todo um investimento em escolaridades obrigatórias, em
formação superior, entre tantos outros investimentos para educar e qualificar
um geração. Tudo em vão...
...não, acho que podemos fazer a diferença se ficarmos e
continuarmos a tocar com a banda, enquanto o barco afunda no Mar, qual Titanic,
por orgulho e amor ao nosso Portugal. Existem oportunidades de vingar ao virar
de qualquer esquina, mas temos que lutar e acreditar em nós como jovens que
somos, utilizando este sangue quente e vigoroso que nos corre nas veias. A
ideia pode resumir-se com a frase “o que importa é o que fazes por Portugal e
não o que Portugal faz por ti”.
Arrisca, inova, luta,
conquista, TRABALHA.
















