30/12/11

Malas à porta


Algo vai mal no Pais, quando o melhor conselho que alguns governantes, empresários e muitos país dão aos jovens – “o melhor que fazem é emigrar!” – isto deixa-nos com um sentimento que deambula entre a frustração, raiva e muita tristeza. Porque será que nós, jovens de hoje, somos visto com tal desprezo? que mal fizemos nós? será por sermos a geração com mais formação, possivelmente a mais opinada, será que têm medo que lhes ocupemos os lugares há muito tempo quentes com os mesmos rabos gordos, corruptos, infectados com tanta ganância e imprudência, que emanam um odor putrefacto que já marina naquela cadeira à tantos anos, que nos mimaram demais com demasiado facilitismo, causando esta apatia na qual vamos chafurdando. Nos tempos que correm é simplesmente ridículo não aproveitarem a enormidade de mãos trabalhadoras e jovens que se encontram sem emprego, ou seja, basicamente estão a mandar embora todo um investimento em escolaridades obrigatórias, em formação superior, entre tantos outros investimentos para educar e qualificar um geração. Tudo em vão...
...não, acho que podemos fazer a diferença se ficarmos e continuarmos a tocar com a banda, enquanto o barco afunda no Mar, qual Titanic, por orgulho e amor ao nosso Portugal. Existem oportunidades de vingar ao virar de qualquer esquina, mas temos que lutar e acreditar em nós como jovens que somos, utilizando este sangue quente e vigoroso que nos corre nas veias. A ideia pode resumir-se com a frase “o que importa é o que fazes por Portugal e não o que Portugal faz por ti”.
Arrisca, inova, luta, conquista, TRABALHA.

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